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De um lado cortes, de outro luta! (Espanha)

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De um lado cortes, de outro luta! (Espanha)

Mensagem por Mariana em Sex 6 Jan 2012 - 14:41

Os espanhóis iniciam 2012 com cortes e medidas que dão novos contornos para realidade dos trabalhadores. O governo do PP (Partido Popular) se mostra pior do que parecia ser, composto pela extrema direita, neoliberais moderados e ministros como o da economia Luis de Guindos que era responsável pela Espanha e Portugal no falecido Lehman Brother´s. As manifestações dos jovens indignados conhecidos por 15M não se encontram nas ruas, mas apesar da dificuldade em concretizar propostas, o movimento deixou mais do que fotos e histórias bonitas. Os partidos de esquerda e sindicatos se renovaram tornando-se mais democráticos, as assembléias que eram realizadas na Plaza Puerto Del Sol passaram a ser realizadas nos bairros.
Com cerca de cinco milhões de desempregados, 20% da população, o dobro da taxa européia, o que se vê na Espanha de hoje não é somente falta de dinheiro no bolso dos trabalhadores, mas a volta do interesse popular pela política. O presidente Mariano Rajoy se mostra para o povo como o caviar para Zeca Pagodinho ‘’nunca vi nem ouvi eu só ouço falar’’. Desde que foi eleito em 20 de dezembro só apareceu para ler a lista dos que compõe o ministério e saiu de cena. Ontem, quando a vice-presidente Soraya Sáenz de Santamaría, anunciava as resoluções do Conselho de Ministros, praticamente todos os espanhóis estavam colados na tela. Não por menos já que o governo vai aumentar impostos como sobre o consumo e o de pessoa física, aprovou a Lei Sinde que permite ao governo fiscalizar a internet, passou hospitais para administração privada, quer controlar os orçamentos das comunidades autônomas ,congelou os salários dos servidores públicos e cortou 20% da verba enviada aos partidos e 200 milhões da televisão publica. Quanto aos bancos nem um euro a mais será cobrado, o Estado não irá cortar nem um centavo que envia para Igreja Católica e os políticos corruptos continuam na ativa . Com um déficit de 8% o governo insiste em querer colocar o problema na Seguridade Social ao invés de admitir que o sistema capitalista é o problema. O país não produz praticamente nada, investiu em serviços como hotelaria, turismo e na construção civil resultando em um enorme acumulo dos bancos de casas que agora tem suas vendas facilitadas com a baixa do imposto sobre a compra de imóveis. O governo realmente só se preocupa com o capital, apesar da Tróika não ter entrado aqui, seguem a risca os mandos do FMI e BCE. Os trabalhadores não estão dispostos a aceitarem calados. Os professores tomaram as ruas em 2011 após o governo ter aprovado em julho uma medida que aumentou em 2h semanais a carga horária, o que acabou com o tempo extra que os professores tinham para suprir dificuldades de alunos emigrantes com a língua por exemplo. Foram 9 greves, a cada dia foram descontados 100 euros dos trabalhadores. Outro resultado foi a demissão de 3 mil professores que eram interinos. A categoria esta organizando uma Greve Geral de todo o serviço público para 2012.
A esquerda obteve um crescimento e faz uma forte oposição as medidas neoliberais do governo e ao ‘’peleguismo’’ do PSOE de Zapatero que permitiu a entrada das medidas neoliberais e perdeu cerca de 5 milhões de votos nas últimas eleições. A Izquierda Unida conquistou no processo eleitoral passado 11 deputados, vereadores e prefeitos. O partido é composto por correntes distintas como a Rede, trotskista, e o Partido Comunista, stalinista. Para Cari Baena da Rede ‘’ Somos uma corrente que não se limita a apoiar outra corrente, mas sim trabalhar com todos do partido. Acreditamos que temos que superar o sectarismo, não temos nada que fazer sozinhos. Temos que estar com as mobilizações globais, com uma frente de esquerda, com um pé na rua, na mobilização e outro no parlamento’’.

Publicado por Guilherme de Oliveira
http://megafonadores.com.br/

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Mariana

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