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Crise econômica deve afetar políticas públicas e aumentar consumo de drogas

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Crise econômica deve afetar políticas públicas e aumentar consumo de drogas

Mensagem por Montenegro em Sab 14 Jan 2012 - 7:55

Países vêm cortando verbas para programas antidrogas; jovens são os principais afetados

A crise econômica que afeta o mundo desde 2009 – e a Europa em particular – coloca em risco avanços que vêm sendo obtidos em relação ao consumo e aos danos causados pelas drogas. Além do aperto nos orçamentos nacionais voltados ao problema, o temor é que os ex-dependentes sejam os primeiros da fila em ondas de demissões.

“Os empregos dedicados a usuários de drogas são muito vulneráveis. Vemos a primeira linha do desemprego atingir exatamente os nossos clientes”, explicou João Goulão, presidente do IDT (Instituto da Droga e da Toxicodependência) de Portugal – órgão equivalente à Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas) do Brasil.

Leia mais:
Experiência portuguesa pode melhorar combate ao crack no Brasil, dizem especialistas

Em 2010, 4.700 consumidores de drogas atendidos em programas de reinserção em Portugal estavam em busca de emprego. Desses, 43% foram integrados em ações de recolocação e metade deles conseguiu empregos no mercado de trabalho normal. Além disso, 639 empresas que mantêm convênio com o IDT contrataram funcionários por meio do programa.

“Esse é um desafio, é uma realidade que também nos preocupa porque as pessoas tinham estabilizado as suas vidas e são os primeiros a serem atingidos pelas dificuldade”, afirmou Goulão.

Existe também possibilidade de que a piora nas condições econômicas levem os indivíduos a traficarem e consumirem mais drogas, como aponta um estudo ainda não publicado por Jeremy Arkes, do think-tank Rand e professor da Escola Naval de Pós-graduação da Califórnia. Nele, o autor identifica uma maior disposição dos jovens para consumirem e traficarem drogas leves em momentos de restrição no mercado de trabalho. No terceiro trimestre de 2011, o desemprego entre os jovens de 15 a 24 anos em Portugal, por exemplo, era de 30% (12,4% na população em geral), segundo o Instituto Nacional de Estatísticas do país.

O texto de Arkes faz parte de uma edição especial, de setembro de 2011, do International Journal of Drug Policy – uma das publicações acadêmicas mais relevantes sobre o tema – dedicada a analisar as possíveis relações entre os baixos da economia formal e o fenômeno da droga.

No campo das políticas de Estado, a austeridade aplicada pelos governos europeus tem afetado o orçamento voltado ao fenômeno da droga. De 19 países que responderam a uma pesquisa do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, 17 informaram que vinham fazendo cortes desde 2008. As percentagens variam entre 2% e 44% e, segundo o Observatório, a reinserção está entre um dos principais serviços atingidos pelos cortes na despesa direta.

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