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Os 35 anos do Jornal Nacional ou Cadê o Comissário?

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Os 35 anos do Jornal Nacional ou Cadê o Comissário?

Mensagem por cigana em Sex 24 Fev 2012 - 6:35


Os 35 anos do Jornal Nacional

ou Cadê o Comissário?

Paulo Henrique Amorim



Nikolai Yezhov é quem aparece à direita, na primeira foto, ao lado de Stalin. Ele era Comissário para o Transporte Marítimo. Yezhov aderiu aos bolcheviques antes da Revolução de 1917, lutou no Exercito Vermelho e se tornou um colaborador próximo de Stalin. Chegou a chefe da NKVD, ou o Comissariado do Povo para os Assuntos Internos, que antecedeu a KGB. Foi Yezhov quem dirigiu o grande expurgo dos inimigos de Stalin, de 1936-38, conhecido como a “Yezhovschina”.

Acontece que o Comissário Yezhov caiu na própria armadilha. Denunciado como trotskista, foi preso e executado provavelmente em 1939.



Na segunda foto, em seu lugar aparecem as águas de um canal próximo de Moscou.

O livro “Jornal Nacional – A notícia faz história”, da Jorge Zahar Editor, para comemorar os 35 anos do Jornal Nacional, não faz justiça a Roberto Marinho.

Eu apareço no livro mais do que ele. Trabalhei na Rede Globo de 1984 a 96. No entanto, fora o prefácio, onde Roberto Marinho aparece como o empresário de visão, e o capítulo sobre a morte dele, meu nome aparece 23 vezes, e o dele, treze. Há duas fotos em que apareço. Ele, em uma só.

Roberto Marinho era mais do que um empresário de visão. Ele era o “editor-at-large” do jornalismo da Rede Globo (e do jornal O Globo). Ou, como se dizia na redação, quando cheguei à TV, ele era “o nosso melhor repórter”. Ele e só ele decidia sobre o noticiário “sensível” de política e economia. Os editores de política e de economia (como fui) tinham a autonomia de vôo de uma barata.

Em vários episódios que o livro reconstitui, Roberto Marinho, como o Comissário da fotografia, simplesmente “some” – quando, na verdade, desempenhou papel decisivo. O mais conspícuo é a edição do debate entre Collor e Lula, nas vésperas do segundo turno da eleição de 89. A decisão foi de “pôr o pior do Lula e o melhor do Collor”. E, embora os profissionais Octavio Tostes e Francisco Tambasco (pág. 221) tenham fixado os pontos principais do episódio, “pôr o pior do Lula e o melhor do Collor” era uma decisão que só Roberto Marinho poderia tomar – e tomava. E ninguém, no livro, cogita dessa hipótese.

Creio, porém, que a minha melhor contribuição à crítica desse livro seja em relação à eleição para Governador do Rio, em 1982.

siga lendo http://plogdopaulohenrique.zip.net/

cigana

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