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O Brasileiro em outra visão.

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O Brasileiro em outra visão.

Mensagem por marcos a cavalcanti em Sex 30 Mar 2012 - 19:22

Não sei que proferiu esta frase, porem, ela é verdadeira:
“O homem é produto do meio em que vive”.
Para quem nasceu á seis décadas atrás, deve lembrar que havia certo orgulho ou pelo menos certo desejo de adotar a antiga malandragem carioca, mas quando me refiro á ela, não estou querendo ressaltar qualquer tipo de desonestidade, porque para isto, não era preciso ser natural do Rio de Janeiro, estou sim, querendo fazer um paralelo com o dito “Jeitinho Brasileiro”.
Olhar o lado negativo deste jeitinho é cair na mesmice que todos conhecemos e reconhecemos, que nos leva á nada, exceto à acreditar como verdadeiro, outro adjetivo negativo, quando aceitamos e até concordamos com o fato de que o povo brasileiro é aproveitador.
Não nos faltará oportunidade para debatermos muitas de nossas mazelas, mas neste momento, minha intenção é apenas uma, elevar a nossa auto-estima, atitude que vem nos faltando.
Prefiro pensar que embora exista uma parte da sociedade que adote de maneira inadequada o famoso jeitinho, existe a outra, possivelmente até a maioria, que o adote, para resolver seus problemas do dia a dia, então, prefiro chamá-lo ou classificá-lo de criatividade.
Ser criativo não é privilégio apenas do brasileiro, pois, esta qualidade é inerente ao ser humano em qualquer País do Mundo, onde ele desenvolve meios de resolver suas dificuldades.
Acontece, entretanto, que o jeitinho brasileiro, tornou-se nacional e mundialmente famoso, quando visto por olhares positivos, nem sempre os nossos, mais de pessoas que nos visitam e reconhecem esta qualidade, que boa parte de nós menosprezamos.
Somos o País da maior diversidade cultural, dotados de tantas belezas naturais, ressaltado por uma música que diz:
“Moro num País Tropical, abençoado por Deus e bonito por Natureza”...
É do seio de nossa sociedade que saíram grandes poetas, escritores, artistas, cientistas, pensadores, mais infelizmente só são reconhecidos depois de mortos, nas hipócritas homenagens póstumas e não em vida.
Se admitirmos que somos produto do meio em que vivemos, penso que a parte negativa que nos influencia, são alguns dos nossos meios de comunicação, que fazem questão de ressaltar nossas mazelas e necessidades, com objetivo de audiência e ipobe, apostando no espetáculo, afirmando que o brasileiro gosta e adora mesmo é o Pão e Circo, jogando á todos na sociedade numa vala comum.
Diante disto, mais que uma ingenuidade, senão uma “burrice” é acreditar nesta mídia sensacionalista, que desvaloriza, deseduca a sociedade, exceto quando ela não se deixa “manipular” e percebe que temos tantas realidades positivas, portanto, o que precisamos definitivamente é acreditar e fazer acontecer,pois para tudo tem um jeito, “o brasileiro”, sem recorrer á nenhuma malandragem e que possamos a cada dia que passa se tornar um lugar melhor.
Se abrirmos mão desta esperança ou se admitirmos ser ela uma utopia, pensamentos recorrentes em nossos dias, possivelmente as próximas gerações vão precisar de mais 500 anos para ver isto acontecer.
Mas para que esperar tanto, afinal somos um povo flexível, mestres na arte intuitiva e da improvisação, sabemos unir o útil ao agradável, transformar ideias e produtos simples em coisas úteis, contamos com este modo único de enfrentar a vida, até com um sorriso apesar de tantas desigualdades.
Precisamos aprender a diferença entre tolerância e impunidade e acabar com o conformismo, em jogar a culpa nos outros e de fato participar, cobrar, fiscalizar e nos indignar.
Estava lendo num blog um artigo cujo autor, viajou á Inglaterra e tencionava saber como nosso País é visto lá fora e conta ele, que uma amiga de sua mulher declarou achar um País exótico.
Exótico? Cá entre nós, não se encaixa em nenhum padrão.
Ora, a pessoa que fez tal avaliação, certamente conhece superficialmente o nosso País, portanto, dentro deste contexto, querer saber o que alguém pensa á nosso respeito, diante de tal conceito, estamos apenas perdendo o nosso tempo.
Mais seu interesse valeu a pena, por opiniões de pessoas de outros países, como amigos venezuelanos e bolivianos que encontrou por lá que veem o nosso país como um lugar de oportunidades e até para se ter uma vida melhor.
No meu conceito nem ele ou outro brasileiro, precisa ir ao estrangeiro para conhecer o pensamento que eles tem de nós, basta apenas perceber que não é a toa que Empresários e Investidores internacionais, enxergam o Brasil como um mercado com belas oportunidades de investimento e retorno rápido, mas infelizmente, boa parte de nossa elite intelectualizada e poderosa, pensam diferente, afirmam que eles só tem interesse em nos explorar, mas escondem nisto o real desejo que os sustenta, que eles próprios são os nossos exploradores.
Bem, é possível que muitos aqui estejam julgando meu posicionamento apenas como um “idealismo surrealista, entretanto, sem querer me fazer o dono da verdade, fico pensando: Será que não é isto que está faltando á muitos brasileiros?
Para encerrar duas citações:
“O homem que não luta pelos seus direitos não merece viver”
“De tanto ver crescer a INJUSTIÇA, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos MAUS, o homem chega a RIR-SE da honra, DESANIMAR_SE de justiça e TER VERGONHA de ser honesto”
Rui Barbosa

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Re: O Brasileiro em outra visão.

Mensagem por JUVENCIO em Dom 8 Abr 2012 - 19:31

marcos a cavalcanti escreveu:Não sei que proferiu esta frase, porem, ela é verdadeira:
“O homem é produto do meio em que vive”.
Se não me engano foi Kalr Marx.


marcos a cavalcanti escreveu:No meu conceito nem ele ou outro brasileiro, precisa ir ao estrangeiro para conhecer o pensamento que eles tem de nós, basta apenas perceber que não é a toa que Empresários e Investidores internacionais, enxergam o Brasil como um mercado com belas oportunidades de investimento e retorno rápido, mas infelizmente, boa parte de nossa elite intelectualizada e poderosa, pensam diferente, afirmam que eles só tem interesse em nos explorar, mas escondem nisto o real desejo que os sustenta, que eles próprios são os nossos exploradores.

Concordo em genero e grau.

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