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A Educação é indispensável para o desenvolvimento do País.

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A Educação é indispensável para o desenvolvimento do País.

Mensagem por marcos a cavalcanti em Sab 31 Mar 2012 - 11:39

Palavras de Cora Coralina
“Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
-x-x-x-x-x-x-
Quiséramos nós, que as palavras desta poetisa, não só fizesse sentido, mas, produzissem os resultados mais que debatidos e rebatidos em nossos dias, mais a afirmativa neste tema, pelo menos por enquanto, não tem passado de uma utopia, pela realidade hoje, mais que conhecida:
-x-x-x-x-x-x-x-
Após o Ministério da Educação anunciar a Lei do Piso do Magistério, eis que surge o posicionamento de governadores e prefeitos de vários estados e municípios, alegando não ter como pagar este novo piso, pois, alem de não ter previsões orçamentárias neste sentido, tal obrigatoriedade só poderia ser cumprida na transferência de recursos previsto de outras áreas para atender as disposições legais e mais:
Cinco governadores ingressaram no Supremo Tribunal Federal solicitando a declaração de inconstitucionalidade da lei e usaram os seguintes argumentos:
a)Que os estados não teriam condições de adequar à jornada de trabalho e ao pagamento deste novo valor;
b)Que a definição de um Piso Nacional interfere na autonomia dos entes federativos.
Tais argumentos foram os mesmos usados anteriormente, tanto que em abril de 2011, o STF negou tais pedidos e considerou esta nova Lei Constitucional, mas mesmo assim, 17 unidades federativas não pagam o piso e muito menos aplicam na jornada o 1/3 de hora-atividade.
Muitos Governadores e Prefeitos afirmam que a Educação é indispensável para o desenvolvimento do País, isto é fácil, nada mais que um cômodo discurso, comprovado pela resistência e da desobediência á Lei, evidenciando uma das principais contradições do projeto de nação da sociedade brasileira.
Do discurso à realidade ainda há uma grande distância, mesmo assim, esta mesma Lei garante repasse de recursos federais necessários e para acessar essa verba, eles precisam atender a alguns critérios, como a existência de plano de carreira e o investimento de no mínimo, 25% dos impostos na educação.
Pelas alegações acima utilizadas evidentemente eles não estão aplicando o percentual que lhes cabe como responsabilidade e assim, a problemática atual da Educação, relacionando-a aos desafios de construção de um novo projeto de sustentabilidade, também não se contempla.
Especialistas afirmam:
Vale ressaltar mais uma vez, embora desnecessária, que educação de um modo geral tem sido relegada a planos secundários nas propostas de ações governamentais, sem decisões que representem como principio a ênfase na preservação dos valores e modo de vida existentes, que proporciona condições básicas necessárias à qualidade de vida no meio social e finalmente que sejam igualitárias as oportunidades educacionais para todos estudantes.
As profundas transformações em marcha no mundo se dão pelos processos de desenvolvimento, possibilitado por programas oficiais e na existência de práticas pedagógicas inovadoras no espaço escolar.
Entende-se que a Educação é uma condição essencial para a obtenção de resultados satisfatórios, mas não o suficiente e sim que desenvolvam atividades integradas á realidade de cada local, já que estes possuem características econômicas, sociais e culturais próprias de seu meio, e que demandam respostas educativas específicas.
É preciso promover continuamente o debate, elemento necessário para o desenvolvimento de habilidades indispensáveis na construção do conhecimento. Debate capaz de integrar o saber científico com a vivência e experiências sempre elaboradas no cotidiano. Colocar o desafio para um melhor entendimento dos fluxos dos conhecimentos, das novas formas de abordagem e das inovações relacionadas à Educação.
Mas a conclusão que se evidencia é:
Nesse sentido, a realidade tem apontado para uma crise do sistema educacional brasileiro, fruto histórico de políticas públicas que não contemplam as reais necessidades educacionais brasileiras tanto de acesso como de permanência da população, rural ou urbana na escola.
A crise educacional brasileira tem-se expressado ao longo de décadas em algumas dimensões principais:
a) Altos índices de exclusão social; elevados percentuais de repetência e evasão escolar; pela persistência do analfabetismo, absoluto e funcional de milhões homens, mulheres, jovens e crianças;
b) Pelos baixos índices de matrículas no ensino médio e/ou profissionalizante; por padrões aviltantes de remuneração e condições de trabalho dos profissionais que atuam na área da Educação.
c) Outra, sem atenuar sua gravidade, diz respeito à contradição, historicamente observada entre o discurso do estado e uma prática efetiva de políticas públicas direcionadas para a oferta de uma Educação que atue notadamente junto ao educando dispondo-se a resgatar sua auto-estima, a orientá-lo, ciente em pô-lo em contato com a sociedade e buscar identificá-lo com seu grupo, entretanto, a ausência de uma infra-estrutura necessária e de docentes qualificados; falta de apoio a iniciativas de renovação pedagógica; currículo e calendário escolar alheio à realidade em muitos lugares, e nestes, atendida por professores que na maioria das vezes nunca tiveram uma formação específica para trabalhar com algumas realidades.
Resta-nos perguntar:
Que tipo de Educação deve ser proporcionada?
Quais conteúdos devem ser priorizados?
E quais procedimentos metodológicos devem ser adotados?
Essas são algumas questões que ainda precisam ser debatidas e definidas para a busca da identidade da educação para revertermos essa situação perturbadora e excludente da juventude com o ingresso ao processo de aprendizagem e consolidando a universalização da Educação.
-x-x-x-x-x-x-x-
Quando os governantes derem estas respostas, aí então, a Educação será indispensável para o desenvolvimento do País.
Mas é preciso levar em conta outro lado da questão:
Atualmente, possivelmente como nunca anteriormente, a sociedade brasileira, tem á sua disposição, inúmeros meios informativos, que contemplam exatamente aquilo que pode ter faltado á muitos, que não tiveram oportunidade de ir adiante até no ensino fundamental ou dar continuidade á seus estudos nas escolas tradicionais,um destes meios é a educação á distância, então, neste aspecto é possível afirmar, que o que falta é o interesse, responsabilidade individual que obviamente não depende de nenhuma política governamental.
Ora, quantos meios existem fora da mídia tradicional?
Da para destacar apenas um deles, a própria Internet e todas as ferramentas por ela disponibilizadas e não serve como desculpa, dizer que grande parte da sociedade não tem um computador em casa, até pode ser, no entanto, estão espalhadas por aí, um infindável número de Lanhouses e se for verificado, será constatado, que nem sempre o conhecimento educativo em todas as suas formas, tem sido prioridade, não somente por nossos jovens, bem como, por adultos.
Podemos até admitir que tais recursos sejam inexistentes nas várias localidades brasileiras, tidas como “Os cafundós do Judas”, mais será que nelas, a população não tem pelo menos um simples radinho de pilha?
Minha visão pode não estar totalmente correta, mas pelo menos serve de reflexão.

marcos a cavalcanti

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