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Quando teremos de fato uma democracia?

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Quando teremos de fato uma democracia?

Mensagem por marcos a cavalcanti em Dom 29 Jul 2012 - 8:18

Para ser uma “Democracia Plena”, nos termos que a propõe, deve haver autonomia entre os poderes, situação esta, ainda não configurada aqui em nosso País, se levarmos em consideração, que nosso órgão máximo de Justiça, o STF, está subordinado aos poderes executivo ou legislativo, conforme as circunstâncias, portanto, votam e decidem as coisas, por influência e até por interesse dos mesmos, levando-se em conta que nossos ministros são indicados por eles.
Esta é uma realidade que vem se repetindo á longo tempo e agora com relação ao julgamento do mensalão, más voltemos ao passado:
Segundo analistas, nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o governo de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, tanto que hoje nem se dá ao trabalho de lembrar os 45 escândalos acontecidos e disponíveis na internet, daquele governo, entretanto, ela não vem agindo da mesma forma, nos últimos anos, com assuntos relacionados ao governo do PT, especialmente no que diz respeito agora ao escândalo do mensalão.
Só para recordar, as privatizações da década de 1990 do Plano Nacional de Desestatização, empresas como Usiminas, Vale do Rio Doce, Eletropaulo, Banespa, Embratel e Telebras foram vendidas ao capital privado.
Como é do conhecimento público, o governo FHC precisava de dinheiro para resolver o déficit de caixa e não tinha condições de acompanhar avanços tecnológicos que aconteciam.
Também se sabe, que as empresas foram vendidas em sua totalidade e não foi resolvido estes problemas, ou seja, não se reduziu o déficit público e nem se aumentaram os investimentos, pela simples razão da má administração destes recursos e mais, de 1990 a 1999, foram privatizadas 166 empresas, das quais foram extintos 546 mil postos de trabalho e pior, parte do dinheiro para as privatizações, era dinheiro público do BNDES ( nosso dinheiro), que chegou fazer aportes neste sentido, como no caso da Eletropaulo que foi de 100%, resumindo-se no seguinte
“ Um negócio que, muito bom para alguns poucos lobistas e umas poucas empresas estrangeiras, se mostrou, em pouquíssimo tempo, péssimo para o povo brasileiro”.
A pergunta que fica é:
Quantos anos se passaram e ainda não houve o julgamento destes escândalos pelo STF?
Más o do mensalão?
Está certo que acontecerá a partir do próximo dia 2 de agosto e como se sabe é considerado o principal escândalo que atingiu o primeiro mandato do ex-presidente Lula. Qualificado pela Procuradoria-Geral da República como o maior estelionato político da história republicana do país, o qual consistia em um bem urdido esquema de pagamento de propina a parlamentares da base aliada para garantir apoio irrestrito no Congresso.
O dirigente petista Ruy Falcão, nega o pagamento a parlamentares para votar a favor do governo no Congresso, base das acusações do Ministério Público. Segundo ele, "os repasses e recursos foram destinados a pagar despesas de campanha, de diretórios do PT e de partidos aliados, não guardavam relação com apoio a projetos do governo".
E diz mais: Outro fato importante que eu quero destacar: não houve, da parte dos petistas denunciados, qualquer utilização de recursos públicos, nem recursos ilícitos. Foram empréstimos contraídos junto a bancos privados, que já foram quitados pelo partido.
O que se espera, independente da pressão da mídia é que a verdade “verdadeira” seja de conhecimento da sociedade.
Entretanto, ainda ficamos dependentes de uma real democracia, visto que, segundo o cientista político Paulo Kramer, “O Congresso Nacional não é pró-ativo nem carimbador é reativo.
E a Câmara dos Deputados?
Mesmo sendo um “ antro de deputados corruptos” esta que seria a instância mais democrática de votação no Congresso, virou sessão de despacho do Palácio do Planalto ou como diz o articulista um “avalista retroativo” do executivo em todo e qualquer governo.
Os parlamentares sabidamente são figuras que estão muito longe de representar os interesses da população e revelam o tamanho do artificialismo das funções do Congresso, e a farsa do regime democrático. A regra estabelecida é que eles próprios eleitos pela população não legislam, mas sim o Executivo, o que pode ser considerada uma ditadura escondida detrás de um regime de aparência constitucional.
Isto posto, a única verdade constatada, está contida na frase de Rui Barbosa:

Hoje não temos políticos ideológicos o que temos são pessoas com ganância pelo poder e lucro.

marcos a cavalcanti

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