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Lei da Palmada

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Lei da Palmada

Mensagem por marcos a cavalcanti em Seg 30 Jul 2012 - 9:05

Destaco comentários feitos em nosso jornal:
Eu apanhava quando era criança toda vez que aprontava. Isso me ensinou a ter limites e aprender a respeitar os outros, principalmente meus pais e os mais velhos. Considero a lei da palmada absurda. O indivíduo que não apanhou dos pais quando pequeno irá apanhar da vida quando grande.
Camilla é publicitária e conta que nunca bateu no filho de 2 anos. “Você não precisa agredir uma criança para educá-la, até porque bater dói na hora e depois passa. A lição de moral e os ensinamentos são para vida toda.” Ela diz que na hora da correção coloca o filho para pensar no que fez até que ele se acalme, depois conversam. “O respeito vale mais que o medo”, conclui.
Eduardo disse:
Eu apanhei tanto e nem por isto morri e nem fiquei com sequelas, é por leis idiotas como esta que a criançada de hoje não respeita mais nada, na época de escola, eu era uma peste, mais em momento algum sinto raiva muito pelo contrario me ajudou a ser o que sou hoje um brasileiro consciente dos meus deveres e direitos que busca melhora para todos com o pouco que aprendi, seja na minha casa ou nas escolas,precisa se fazer uma lei para punir os pais descomprometidos que jogam todas as culpas nos professores.
-x-x-x-x-x-x-x-
Se levarmos em conta a explicação da Psicóloga Natércia Tiba, especialista em psicoterapia familiar, quando diz:
" Que é a partir dos 6 anos que as crianças já têm total consciência do que estão fazendo, do que é errado, do que não devem”.
Fica claro, entretanto, que não é preciso que os pais esperem que seus filhos atinjam tal idade, para demonstrar tais condições, ou seja, não só podem, mais principalmente, devem estabelecer “limites” á todo e qualquer comportamento negativo e evidentemente, explicando os motivos e mais ainda:
Já passou o tempo daquele ditado:
“Faça o que eu digo, más não faça o que faço”, o que em outras palavras certamente significa: Dar o bom exemplo.
O fato é que em cada geração, os pais tem opção de educar os filhos de maneira diferente daquela pela qual foram educados, mais jamais deixará de ser necessário, estabelecer limites e consequências e priorizar valores, entretanto, em nossos dias, os ditos valores tradicionais sofreram mudanças, como por exemplo:
“Quantas crianças em nossos dias, aprenderam e costumam pedir “benção” aos pais e aos familiares”?
Muitos pais certamente acham que tal situação é retrógrada e até desnecessária.
Na verdade, não se faz necessário “beijar a mão” dos pais e demais familiares, mais do que isso, deve prevalecer o respeito e a consideração pelos mesmos.
Mais vamos aos fatos:
É certo que a Lei da Palmada dá o direito a crianças e adolescentes de serem criados e educados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante.
Evidentemente o “X” da questão está bem definida
:’ Castigos excessivos, que se tornam tratamento cruel e degradante, não só os físicos, mais especialmente os psicológicos’, portanto estes sim, podem provocar os desajustes de personalidades já conhecidos, tais como: depressão, ansiedade e vícios, que podem começar na infância e se estender para a vida adulta.
Bem, certamente tais condições devem servir para reflexão, más há pais que pensam o seguinte:
“A palmada é uma forma de dizer não, porém, não são favoráveis de espancar, entretanto, uma ‘palmadinha sem força’ e falar mais duro com a criança é importante, se não pode gerar inversão de papéis e os filhos se tornarem indisciplinados”.
Más há quem discorde, especialmente por parte da especialista, Maria Inês, que também é contra a famosa “palmadinha sem força” e acredita que há outras formas de impor limites, como aumentar o tom de voz e colocar de castigo, explicando o porquê da punição e o que a criança fez de errado. “A conversa é o melhor caminho”, completa.
Outro especialista analisa a questão da seguinte forma:
Os Pais ocupados demais trabalhando fora e se esquecem de dar amor e carinho aos filhos, trocam afeto por presentes e criam crianças egoístas e materialistas.
Ele tem razão, é o que vem acontecendo sistematicamente em nossos dias. Aqui está havendo uma inversão de responsabilidade, principalmente dos pais, afinal, quando “premiar” os filhos com presentes diante do mau comportamento, irá torná-los pessoas responsáveis por suas atitudes? Nem é preciso responder.
Creio ser prudente concordar com outro posicionamento deste especialista:
Já que por lei querem interferir na educação das crianças no seio familiar, seria melhor que ela obrigasse os Pais a darem atenção aos filhos e a dedicarem mais tempo ao relacionamento com as mesmas, fazendo prevalecer o amor, o diálogo e o carinho, portanto, é hipocrisia dizer que a Lei vai impedir que os pais não deem uma chinelada em um moleque levado.
-x-x-x-x-x-x-x-x-
Para concluir, muito do que temos visto e comprovado em nossos dias, relacionado á violência praticada por nossos jovens, independente das condições sócios econômicas são reflexos de uma educação descompromissada com valores que jamais deixaram de ser importante, portanto, creio que é melhor acreditar naquele velho ditado:
“Colhemos aquilo que plantamos “, simples assim, concordam?

marcos a cavalcanti

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