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Nenhuma lei é capaz de revogar a realidade.

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Nenhuma lei é capaz de revogar a realidade.

Mensagem por marcos a cavalcanti em Seg 13 Ago 2012 - 17:51

O país dos 500 anos já está repleto de leis, muitas delas caducas e desconexas entre si.
Além delas, infelizmente, nem mesmo nossa constituição de 88, vem contemplando seus propósitos e objetivos, começando pelo seu preâmbulo, grosso modo, cheio de boas intenções, as quais evidentemente, também não atendem o que é dito no artigo 5 que determina:
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...
Mais dentro de nossa realidade histórica, dá para perceber que são 500 anos de exclusões, mas isso não impede que tenhamos outros 500 anos, porém, de justiça social.
Um dos artigos de jornal faz menção ao PNDH3, publicado pelo decreto 7037/2009 e alterado pelo decreto 7177/ 12.05.2010, onde outra vez, o autor induz a sociedade á pensar o seguinte:
Que as redações do Enem que acontecerão nos vestibulares em novembro próximo, deverão estar relacionadas á questão dos direitos humanos do citado PNHD3 e ser efetuadas de acordo com a cartilha do atual governo, mesmo porque os 50% dos professores que farão as correções das mesmas, estão alinhados á ele. Ora, aqui já começa nada mais que a má intenção deste autor, haja vista que provavelmente os outros 50% dos professores, não estejam alinhados á tal partido.
Também houve críticas ao mesmo, basta pesquisar na internet matérias que foram produzidas na época em que o decreto sofreu tal alteração, portanto, a única maneira da sociedade concordar ou não com elas, é ler na íntegra o que dizem suas diretrizes e formar a própria opinião.
Nesta leitura será possível novamente concluir a incrível maneira como parte da imprensa nacional é partidária, portanto, o que falta ao povo é uma imprensa que mostre os dois lados, que faça um jornalismo de verdade, porem, isso está longe de acontecer. Aliás, diga-se de passagem, que o decreto foi alterado em seu original pelo atual governo, exatamente por pressão de parte desta mesma imprensa, por não aceitar qualquer interferência ou regulação na dita “liberdade de expressão”, certamente, a dela própria, em detrimento do interesse da sociedade.
Más, felizmente existe a alternativa de a sociedade ir à busca do contraditório, se levar em consideração o seguinte:
a)- O PNDH é o resultado de um compromisso assumido pelo Brasil no Tratado de Viena durante a Conferência Mundial Sobre Direitos Humanos de 1993. Trata-se de um programa plurianual elaborado por setores da Sociedade Civil _ movimentos sociais e entidades de classe, que propõe diretrizes e metas a serem implementadas em políticas públicas voltadas para a consolidação dos direitos humanos. O programa em si não é autoexecutável, como esta parte da mídia faz parecer. Para que cada uma das propostas entre em vigor é necessária à aprovação pelo Congresso Nacional.
b)- Na elaboração do mesmo, foram envolvidas mais de 14 mil pessoas em todo pais, dos setores acima mencionados, portanto, seria extremamente impossível, que todas elas estivessem alinhadas com a cartilha de qualquer partido, entretanto, de ante mão que fique claro, quem se dispuser á conhecer o conteúdo deste documento, vai ter que dedicar um bom tempo na sua leitura.
c)-A democracia só será exercida plenamente quando houver mecanismos que garantam a circulação da pluralidade de ideias e da diversidade das características da sociedade brasileira na esfera pública e midiática, portanto, nos espaços que todos tenham voz, assim os direitos humanos poderão ser conhecidos, protegidos, defendidos, reinvidicados e efetivados.
d)- Ora, se a pura democracia deve atender as condições acima, podemos então, até admitir que no mundo de hoje, não só no Brasil, mais nos países tidos como democráticos, ela não está sendo plenamente executada, porque geralmente vem atendendo o interesse de grupos, citando como exemplo, os grupos políticos, que aqui em nosso país, representados por bancadas, ou seja: ruralistas, de setores empresariais distintos, da própria mídia, dos sindicatos patronais e de trabalhadores e tudo o mais.
Assim sendo, cabe concordar que o primeiro processo para a existência da real democracia é a educação, que nada mais é do que o desenvolvimento da capacidade física, intelectual, ética e moral do ser humano, visando a sua melhor integração individual e social. Só ela proporciona ao homem a aquisição do saber, passando a ver as coisas e a si próprio, por outro ponto de vista, tornando-o elemento transformador do mundo em que vive. Cria no indivíduo condições claras de buscar possíveis soluções para os problemas que imperam em seu circuito social, facilita a maneira de pensar, desenvolvendo o raciocínio e ensina a interpretar, compreender e modificar a realidade à sua volta.
O fim da educação é permitir ao homem a possibilidade de conhecer e de transformar suas condições de vida, seu destino e agir e educar-se, cabendo ao indivíduo ser livre, criar e desenvolver a vida humana.
Evidentemente devemos admitir que a sociedade sofre a influência dos meios de comunicação, más isto não impede que todos os indivíduos, consigam através da educação, saber interpretar e filtrar as informações, para obviamente, concordar ou não com que estiver sendo exposto.
Dentro deste contexto, a primeira escola de cada indivíduo é a família, pois, dela deve partir dos princípios acima destacados, onde cada pessoa, evidentemente os adquire através da convivência, do respeito, da disciplina e de todos os demais fatores que façam dela, cidadã.
Más como foi dito no início, enquanto a sociedade brasileira tiver uma parte da imprensa contemplando o interesse dos grupos, especialmente da direita conservadora que vem se perpetuando na história deste País, percebe-se que eles sempre pretenderam tornar o cidadão “alienado”, partindo da nossa proclamação da república, induzindo o povo á aceitar como normal todas suas mazelas e necessidades. Dentre elas, de que adianta apenas criticar e apontar defeitos em nosso processo educacional, más, não apresentar, apoiar, patrocinar e efetivar as soluções necessárias ou adequadas?
Na verdade, fica fácil fazer tais críticas ou condenações,para “esconder”o objetivo fundamental:
Manter as mordomias e privilégios dos grupos poderosos, então, realmente será preciso que ao longo dos próximos 500 anos, as nossas realidades de fato mudem, não só as educacionais, como as demais que são de conhecimento de todos.
Quando se fala desta parte da imprensa, não basta apenas ressaltar o que é produzido por jornais e revistas e sim lembrar que a mídia mais contundente em nossos dias, tem sido a televisiva e esta evidentemente, em toda sua totalidade tem produzido programas de conteúdos inconsequentes e deploráveis, os modismos que nada constroem, como se toda sociedade se resumisse na escolha do pão e circo produzidos por nossas emissoras.
Como se vê é preciso que haja mudanças, a primeira delas sempre será de ordem ética e moral em todos os extratos da sociedade, bem como, esta só será alcançada quando qualquer governo, de qualquer partido, tiver como principal objetivo reduzir as desigualdades sociais, evidentemente, elemento indispensável para que se configurem os desejados direitos humanos, sem isso, qual a lei que mudará nossa realidade?

marcos a cavalcanti

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