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Sempre é bom ler ou ouvir o outro lado das notícias.

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Sempre é bom ler ou ouvir o outro lado das notícias.

Mensagem por marcos a cavalcanti em Qua 15 Ago 2012 - 8:39

Sem qualquer interesse de me fazer "dono da verdade", venho insistindo nestes temas, com o objetivo de ampliar o debate e até o contraditório, portanto:
Todos os dias, somos bombardeados por um infindável mundo de informações que fica difícil acreditar em tudo que lemos, assim sendo, é certamente mais adequado, agir conforme indica o tema, pelo qual se sugere:
A autocrítica, justa e necessária, deve ser acompanhada por um firme propósito de transparência e de retificação dos nossos equívocos. Uma imprensa ética sabe reconhecer seus erros. As palavras podem informar corretamente, denunciar situações injustas, cobrar soluções. Mas podem também esquartejar reputações, desinformar. Confessar um erro de português ou uma troca de legendas é fácil. Mas admitir a prática de atitudes de prejulgamento, preconceitos informativos ou leviandade noticiosa exigem coragem ética. Reconhecer o erro, limpa e abertamente, é o pré-requisito da qualidade.
Mesmo assim, podemos realmente admitir que exista imparcialidade ou ética em nosso jornalismo?
Vejamos o que diz a Wikipédia á este respeito:
A Ética Jornalística é o conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo. Jornalismo é também definido como "a técnica de transmissão de informações a um público cujos componentes não são antecipadamente conhecidos". Este particular diferencia o Jornalismo das demais formas de comunicação. Atualmente, termo Jornalismo faz referência a todas as formas de comunicação pública de notícias e seus comentários e interpretações.
O tipo de jornalismo de ética duvidosa ou contestável é chamado de imprensa marrom.
Baseados no exposto acima, ser imparcial depende do caminho escolhido, ou seja:
Quanto mais pessoas começarem a duvidar do que ouviram ou leram e procurar informações confiáveis e comprováveis, se dispor a ouvir quem está do outro lado é o princípio para tirar suas próprias conclusões.
É de ficar horrorizado com o tipo de “informação” e de ações sobre as quais boa parte da mídia brasileira tenta levar seus leitores a tomar posição ou fazer as pessoas mudarem de opinião, porque no fundo, é o que queria que acontecesse
Seria bom que cada pessoa que lê o que é dito na mídia, estivesse disposta a mudar de ideia, não aceitando como verdade absoluta a opinião de nossos “formadores de opinião”, checando o que eles dizem e escrevem.
Evidentemente o bom jornalismo e o jornalista, tem um dever fundamental, democrático, constitucional e profissional, não outro, senão, nunca jamais tentar dividir a sociedade, pois, se isto ocorrer, não serão resolvidos os problemas de nosso País. Por outro lado, a nossa função como leitores ou telespectadores é buscar na análise de situações concretas, na resolução de problemas concretos e, sobretudo, na tentativa de reestabelecimento e recuperação de um mínimo possível de verdade histórica.
Jornalistas delinquentes ou da imprensa marrom é todo tipo de gente irresponsável que macaqueia um fato para enganar por ideologias infundadas. Estas tem feito parte do cenário quase completo no qual a mídia quer nos fazer acreditar, porque sabe do seu poder de influência e até intimidador com o intuito de pretensamente defender os interesses do “povo”.
Só a hipocrisia pode justificar essa cruzada, nos impendido de conhecer a verdade, assim, defendem ideologias e interesses próprios.
São tantos os exemplos diários, um deles que está em evidência na mídia se refere ao julgamento do mensalão do PT. Muita coisa está sendo publicada, onde a tal liberdade de expressão ou de opinião, não é questão de entender ou deixar de levar em consideração as provas, más sim, a emblemática posição dos que estão na mídia contra a defesa dos fatos.
Esta pode ser a prova de que os grandes estragos começam assim: no início, não se dá atenção, acreditando-se que as convicções em contrário são tão grandes e arraigadas que o mal não progredirá.
Ao ler as opiniões a respeito deste mensalão produzidas por uma parte de nossa mídia, podemos observar que a intenção é fazer com que as pessoas tratem a corrupção como se ela tivesse se iniciado a partir do governo do PT, entretanto, todos sabem que ela sempre existiu, em todos os governos e, muitas vezes, até de formas piores que a atual. O diferencial é que agora ela é descoberta, investigada e julgada. Antes era engavetada e jogada para debaixo do tapete. Assim, por esta mesma razão, espera-se que o mesmo aconteça com o mensalão do DEM/PSDB, que brevemente entrará em pauta no STF. Resta aguardar, entretanto, como será o comportamento da mídia e seus jornalistas?
A riqueza do cotidiano e das ideias, às vezes bastante contraditórias de homens livres em uma sociedade manipulada, parece não ter valor algum.
Discutir liberdade, identidade, família, educação, ética, moralidade, cultura, política, trabalho, mazelas, dificuldades e necessidades, etc, sempre com boa vontade, não faz parte do discurso e das palavras de alguns jornalistas e de suas empresas.
Quem quiser avançar mais um pouco mais e entender como se deu a expansão deste sistema jornalístico, deve rever nossa história, que pode ser lida com mais detalhes nos livros, reunindo intelectuais , ativistas, lideranças, pessoas da comunidade para discutir problemas reais e soluções práticas.
Pois é exatamente assim que boa parte de alguns jornalistas, com amplo espaço na grande mídia trata os intelectuais ou suas opiniões: como material de laboratório. Há certo desinteresse pelo material nacional (exceto quando vem em forma de números), com clara preferência por material importado.
Segundo alguns analistas, evidentemente aqueles com profundo conhecimento e isenção profissional, estes declaram que:
O Estado de São Paulo e o Globo, e nas revistas Veja, Época, e Istoé, existe muita informação, e vale a pena tanto analisar os números quanto os argumentos, e perceber como estes vão se modificando, ou não, conforme vão surgindo fatos novos que os derrubam.
Tais analistas sugerem também notar, que 100% das matérias – artigos, colunas, entrevistas e reportagens – das matérias da Veja e 100% dos textos opinativos – artigos e editoriais – do O Estado de São Paulo são contra o real esclarecimento da sociedade.
Parte desta mídia nativa, prima tanto por sua mediocridade técnica quanto por sua invejável capacidade de inventar, omitir e mentir.
Você leitor, pode não concordar com tal posicionamento, más hoje, através da Internet, o jornalismo cidadão é a oportunidade do público se expressar sobre o que lhe interessa e preencher as lacunas da mídia tradicional., pois existem as ferramentas, tais como:
Blogs, fotoblogs, salas de bate-papo, e-mail e sites pessoais, que desenvolveram práticas que permitem que qualquer pessoa seja capaz de disseminar notícias e com isso, aumenta a quantidade de vozes na mídia.
Isso significa uma ampliação da esfera pública, como o lugar de debate racional entre os cidadãos sobre assuntos relacionados à regulação da sociedade e aproveitar o potencial participativo pode trazer melhorias para o jornalismo, transformando-o em uma prática mais horizontal e plural.
Portanto, cabe perguntar:
Você concorda que sempre é bom ler ou ouvir o outro lado da notícia?

marcos a cavalcanti

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