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Questão de conveniência.

Mensagem por marcos a cavalcanti em Ter 21 Ago 2012 - 9:11

Hoje encontrei bastante munição para comentar, más, para não monopolizar este espaço, pretendo ficar hoje, somente neste:
“Melhor que o atual prefeito, só o próximo” – mesmo que não se saiba ainda qual dos atuais candidatos será o eleito em 7 de outubro.
Esse tem sido o comportamento usual dos vereadores de qualquer município, desde muito tempo. Então, não será surpresa se, com espantosa rapidez, o futuro prefeito constituir, assim como seus antecessores, folgada maioria na Câmara, arregimentando para seu redil até mesmo aqueles que, durante a campanha, estavam alinhados com os candidatos derrotados.
Aqui em Curitiba, por exemplo, o jornal ouviu 29 vereadores que disputam a reeleição.
O resultado da enquete, não pode ser classificado exatamente como surpreendente, mas de qualquer forma é chocante ouvir que, dos que se dispuseram a responder à mesma, a maioria está aberta a negociar seu apoio com quem quer que seja eleito para nossa prefeitura, o que dá bem ideia de que a mudança que uma eleição enseja pode não mudar coisa alguma.
O caso de Curitiba, aqui citado como exemplo, é apenas um microcosmo do mesmo universo em que orbitam os detentores de mandatos legislativos Brasil afora.
As exceções devem ser entendidas assim mesmo, como exceções – mas cujos “méritos”, de modo geral, derivam dos mesmos vícios que fazem da política brasileira um cenário impróprio para menores. Se, de um lado, uns se aliam ao Executivo porque dele recebem vantagens, de outro, o comportamento é inverso porque não as recebem.
Trata-se de um dos piores sintomas da falência dos partidos políticos como representantes de correntes de pensamento da sociedade e da absoluta falta de compromisso de seus militantes com os ideais e as posições que, supostamente, manifestam durante as campanhas. É também um sintoma cabal de que o sistema político-eleitoral vigente no país nem de longe favorece o fortalecimento das legendas, assim como não é nem um pouco capaz de agregar pessoas seriamente vocacionadas a prestar serviço público mediante o exercício de mandatos legislativos.
O cientista político Roberto Romano, afirma que no Brasil é proibido ser “oposição”, pois, se discordar não tem acesso aos recursos. Sem recursos, não leva obras para a sua região. Sem obras, não é reeleito, fica fora do jogo.
Esse ‘é dando que se recebe’, essa ausência de partidos reais, tem como origem a estrutura supercentralizada do Estado brasileiro.
Embutida na tese de Roberto Romano, há ainda outra distorção abordada por ele:
Desde quando é mister dos vereadores “levar obras” para seus bairros?
Aos vereadores cabe precipuamente legislar, quer apresentando projetos de lei próprios, quer votando com independência aqueles oriundos do Executivo segundo o único critério válido: o real interesse público.
“Levar obras”, equivale ao mesmo lema típico do fisiologismo que deve ser combatido”: dá-se obras para receber votos na próxima eleição.
-x-x-x-x-x-x-

E por falar em conveniências, tudo o que foi exposto acima, poderia ser uma verdade maravilhosa e contundente, não fosse a real intenção do jornal em colocar no meio da matéria a seguinte situação:
Outro exemplo de como funcionam as relações entre os poderes Executivo e Legislativo no Brasil é o mensalão – esquema cujos participantes estão ora sob julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Deu-se ali a mais deslavada demonstração prática sobre como se formam as “bases aliadas” ao governo, no caso específico mediante a compra de apoios em moeda corrente.
-x-x-x-x-x-x-
O que você cidadão percebe na produção de tais matérias?
Quem sabe, o “querem mesmo” é conduzir a sociedade em seu julgamento ou em outras palavras:
“Julgam á nós leitores e eleitores, sem a menor capacidade de análise dos fatos, não estão absolutamente interessados em nossas opiniões”.
” Demonstram unicamente o desejo de dar espaço á pessoas que conluem com seus pensamentos e posicionamentos, como o citado cientista político”.
Segundo ele, outra forma de manipular a opinião pública ou induzi-la com o mesmo fim, está estampada nas seguintes declarações:
Quanto comento sobre o mensalão, resumo a perfeição do vazio político ideológico em que vivemos, pois o Brasil é um estado absolutista anacrônico e mais:
Quando se tem essa perda de autonomia, que programa político pode ser defendido, levado à prática?
“ Nenhum.”
Evidentemente ele tem razão na sua conclusão, com tal posicionamento, nega ao cidadão brasileiro, a sua própria autonomia de pensamento, demonstra alinhar-se com um veículo de comunicação, que pretende ser tido como o “ único dono da verdade”, não está interessado em proporcionar ás pessoas o “beneplácito da dúvida ou do contraditório”, no seu pensar, não passamos apenas de marionetes.
-x-x-x-x-x-x-
De que adianta produzir textos aparentemente válidos, porém, mal intencionados?

marcos a cavalcanti

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