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Voltando á falar em educação e ideais.

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Voltando á falar em educação e ideais.

Mensagem por marcos a cavalcanti em Qua 29 Ago 2012 - 8:59

Ultimamente tenho lido inúmeras matérias "repetitivas" dos problemas educacionais em nosso País, especialmente agora, relacionado ao ensino médio em nossas escolas públicas, nas quais evidentemente, se apontam as falhas existentes e conhecidas, más, nos últimos anos, exceto tal realidade, o objetivo “entre linhas”, portanto, escondido de alguns meios de comunicação, não é outro, senão criticar aqueles que ocupam o cargo de ministro, bem como, as eventuais soluções apresentadas por eles e certamente a verdadeira intenção é atribuir nossas mazelas educacionais, somente ao governo federal agora no poder.
Ora, não resta a menor dúvida, que os problemas em nossas escolas públicas vem se perpetuando em todo e qualquer governo federal do passado e do presente, bem como, não é preciso ser especialista na área para saber que o ensino médio é na verdade de responsabilidade dos governos estaduais, assim como, o ensino fundamental é dos prefeitos e que eles fizeram e fazem parte de algum outro partido, sempre foi e será assim, então, também qualquer um deles são culpados destas nossas realidades.
Da mesma forma, quando apontam que as falhas nas escolas públicas de ensino médio, deve-se a falta de especialização dos educadores, sejam eles, professores ou educadores, novamente, parte da culpa, cabe também, aos governadores e prefeitos e seus gestores nomeados.
Diante disto, ano vai e ano vem e tudo volta ao mesmo círculo vicioso, eis que cada governante estadual ou municipal coloca em prática o que considera adequado nas possíveis soluções, as quais, podem não passar de paliativas.
Porém, deixando de lado as brigas políticas partidárias, de apoio ou oposição midiática, é possível concordar que o componente principal na educação é a informação, que vai além daquela tradicional existente nas grades escolares.
É difícil imaginar em qualquer tempo ou geração a Inexistência da informação diversificada que serve exatamente para educar.
Evidentemente as próprias matérias escolares são informações, que contemplam não só a educação escolar, mais a própria evolução intelectual dos alunos, somada á outras, com o mesmo sentido.
É verdade que algumas informações tem seu lado negativo, que podem entre outros males, servir para a alienação das pessoas ou mesmo denegrir suas cidadanias, mais mesmo assim, elas próprias podem ser exemplo para mudanças de condutas ou comportamentos.
E voltando á política, outro dia houve uma matéria cujo título foi:
A Juventude está desiludida com a política.
Sobre ela, ressalto o comentário de uma estudante chamada de Amanda Dornelles, quando deu a seguinte resposta:
Nós não somos uma geração que perdeu o idealismo, como sugere o editorial “Juventude desiludida” (Gazeta, 27/Cool. Enxergamos e fazemos política de outra forma. Se desprezamos a política partidária e o voto é porque não enxergamos mais nela aquilo que outrora os jovens que pediam pelas Diretas Já enxergavam. Para nós, o voto certamente não é uma solução imediata nem pragmática; procuramos outras formas de transformar a realidade.
-x-x-x-x-x-
È tido como norma neste jornal, que os comentários efetuados são selecionados por uma equipe e se aprovados são publicados, no que se pode “imaginar”, que muitos outros estudantes tenham feito o mesmo, só não foram escolhidos, mesmo porque, o dela, pode ter representado o pensamento de muitos outros alunos e mais:
Nele, o que prevaleceu por parte dela, foi a “imparcialidade” e a demonstração que não se deixou influenciar na defesa de qualquer político ou seu partido, diferente do partidarismo político deste próprio jornal.
Percebe-se por ele, que sua postura contempla o objetivo deste artigo, onde a informação é fundamental para a educação.
Demonstrou também ser ela, a representante de uma juventude não alienada e que exatamente estas, serão as pessoas que poderão mudar as realidades em nosso País, questão ressaltada naquela matéria.

marcos a cavalcanti

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