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O mundo fabuloso da lei

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O mundo fabuloso da lei

Mensagem por marcos a cavalcanti em Qui 6 Dez 2012 - 15:02

Publicado em 06/12/2012 Carlos Ramalhete

Sempre que leio algo interessante em nossos jornal, procuro comentar o conteúdo, na expectativa de encontrar outros, que sintam-se desiludidos com as realidades de nosso País, como no caso deste artigo, que reproduzo:

O Brasil tem uma cultura personalista, o que faz que tenha um Estado patrimonialista. Em outras palavras, o poder é percebido pela população e por seus detentores como sendo propriedade pessoal do poderoso.
Aqui, contudo, o Estado é uma propriedade com prazo fixo. O sujeito é eleito ou nomeado, e vira “dono” daquilo tudo até a próxima eleição, o que torna evidente a necessidade de garantir a reeleição ou a eleição de um aliado. A luta – que, em tese, deveria ser política e versar sobre formas diferentes de gerir a coisa pública – passa a ser uma disputa renhida pela posse da coisa pública. Para este fim, como os escândalos cada vez maiores apontam, o meio mais prático é o aparelhamento da coisa pública em benefício do grupo que esteja de posse do poder.
-x-x-x-x-x-
É possível que em qualquer município brasileiro, o cidadão esteja sendo informado de alguma atitude de políticos, contrários aos interesses da sociedade e aqui no Paraná, entre muitos no momento, está em vias de aprovação uma lei, garantindo a APOSENTADORIA á nossos DEPUTADOS ESTADUAIS, onde pelo menos 18 deles tem o maior interesse na mesma, pois já contam com mais de 20 anos neste cargo, apesar que todos eles, já estão aposentados por outro regimes previdenciários, aliás, esta é a exigência, para este novo beneficio. Evidentemente, a sociedade tem se manifestado contrária, situação esta demonstrada nos comentários enviados ao próprio jornal, más com certeza, eles estão sendo sumariamente ignorados pelos nosso “nobres legisladores” bem como, tal privilégio é tido como inconstitucional, especialmente porque haverá aporte de “dinheiro público´para tal fim. Mais isto não importa, afinal, os deputados receberão de nós eleitores o direito de nos representar, mais o que realmente fazem é legislar em causa própria e pouco se importam com a indignação das pessoas que são contrárias á isso.
-x-x-x-x-
Mas este é um exemplo entre tantos outros destacados no restante da matéria á saber:
Distribuem-se diretorias a quem tenha o aval da namorada do chefe, cargos de confiança são criados, verbas são desviadas para benefício do grupo, tudo isso enquanto impostos escandinavos garantem serviços estatais bolivianos – ou bolivarianos.
Nossa legislação e nosso Judiciário habitam um mundo fabuloso, em que traficantes assassinos “de menor” passam por medidas socioeducativas e saem aptos à reintegração na sociedade, em que a impessoalidade é um dos princípios a orientar os agentes do Estado, em que os partidos representam visões ideológicas unidas no mesmo amor à democracia representativa...
Em última instância, isto é uma decorrência do descompasso entre a legislação e a cultura do país. Não adianta fazer campanhas pela cidadania que, no fim das contas, não passam de tentativas de mudar a cultura de toda a população; o necessário seria adequar a lei à realidade, não tentar mudar a realidade para que ela se adeque à lei.
O problema é mais profundo que esta ou aquela ação deste ou daquele partido político, promotor de justiça ou juiz. O que temos é um país de verdade com uma ordenação política e jurídica de fantasia. O país funciona, apesar desta pseudo-ordenação, por ter uma população que adere de maneira relativamente unânime a códigos morais tradicionais.
Isto, contudo, não tem como durar. Um país cujas leis não correspondem à realidade é um país em que a lei solapa a autoridade do Estado, um país cujo governo é só um parasita que se encaminha para a irrelevância. Sem uma mudança estrutural no nosso sistema jurídico e político, em breve ele será apenas objeto de piadas.
-x-x-x-x-x-
A pergunta que fica é:
Quantos brasileiros estão preocupados com tantas realidades?

marcos a cavalcanti

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